SANCOCHO DOMINICANO – REPÚBLICA DOMINICANA

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Sancocho Dominicano é um dos pratos mais tradicionais da culinária da República Dominicana.

Ingredientes

2 1/2 litros de água
sal
1/4 xícara de coentro fresco picado
4 dentes de alho amassados
6 coxas de frango
2 bananas, descascadas e cortadas em 6 pedaços
1 cebola grande picada
250 g batata
250 de aipim, corte em 6 pedaços
2 espigas de milho em 4 partes

2 colheres de sopa de óleo de cozinha
4 cebolas grandes, descascadas e em fatias finas
1 colher de chá de cominho em pó
1/2 colher de chá de páprica doce
sal
1/2 kg tomate picado

Modo de Preparo

Coloque a água em uma panela grande e adicione 1 colher de sopa de sal, coentro picado (coentro), alho, o frango, o milho, cebola. Ferver por cerca de 20 minutos. Adicione as batatas e mandioca, e continue a cozinhar por mais 20 minutos, ou até que as batatas estejam macias.
Enquanto o frango e legumes estão cozinhando, aqueça o óleo em uma frigideira grande em fogo médio. Frite a cebola no óleo quente e tempere com cominho, páprica e sal. Acrescente os tomates e retire do fogo. Acrescente por cima do caldo de frango e legumes

REPÚBLICA DOMINICANA

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República Dominicana é conhecida no mundo todo pelo merengue, esse ritmo quente e contagioso que têm invadido os cinco continentes e que têm-se convertido na principal senha de identidade deste país.

A República Dominicana conta com os complexos turísticos mais importantes e desenvolvidos do Mar Caribe, sem deixar de ser por isto um destino para todo tipo de economia.

O maior destaque são as lindas praias mais conhecidas do mundo: Porto Plata, Sosúa ou Samaná na costa norte; Punta Cana, no oriente da ilha ou Boca Chica, a praia mais próxima à capital.

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Localização

Com uma extensão de 48.671 quilômetros quadrados, a República Dominicana ocupa dois terços da ilha de Santo Domingo. É a segunda ilha maior das Antilhas e está situada no centro do arquipélago, muito perto do Trópico de Câncer.

A República Dominicana encontra-se à mesma distância de Miami, Estados Unidos da América, que de Caracas, Venezuela. Limita ao norte com o Oceâno Atlântico, ao leste com o Canal da Mona, que separa-la de Porto Rico, ao sul com o Mar Caribe e ao oeste com a República de Haití. Com esta última, não está separada por nenhuma fronteira natural que limite claramente as duas nações, de forma que ambas partilham numerosos rios, vales e montanhas que fazem do território uma região física só.

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Parques Nacionais

O país conta com 14 Parques Nacionais ou reservas científicas, entre os que destacam o Parque Nacional J. Armando Bermúdez, o Parque Nacional José do Carmen Ramírez, o Parque Nacional Ilha Cabrito, o Parque Nacional dos Haitises ou a Reserva Científica do Vale Novo.

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Flora e Fauna

A natureza na República Dominicana é rica e variada, com predomínio das regiões úmidas e pouco elevadas nas que floresce o bosque tropical, pródigo em madeiras nobres como o ébano ou a caoba. Na parte mais alta encontram-se fetos arvóreos e epifitos, na região central do Cibao os bosques de pinho, enquanto que nas zonas mais secas predomina a vegetação própria da savana.

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VINHOS SUL AFRICANOS

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Wines

Se você gosta de Cabernet Sauvignon, comece a olhar para os vinhos Sul Africanos.

A África do Sul é o oitavo maior produtor mundial de vinhos e o sexto maior exportador, conforme os dados de 2013 da OIV (Organisation Internationale de la Vigne et du Vin)

Os vinhedos se concentram principalmente no sudoeste do país, nas províncias do Cabo Ocidental, Cabo Oriental e Cabo Setentrional. Em virtude dessas características geográficas, quanto mais ao sul, junto ao litoral, mais o clima é frio e úmido, dispensando irrigação e dando origem a vinhos de maior qualidade, especialmente nas encostas elevadas, mais protegidas do sol; quanto mais ao norte, longe da costa e da influência moderadora do oceano, mais o clima é quente, precisando de irrigação e originando vinhos mais pesados ou fortificados. O Cabo tem a geologia mais antiga do mundo vinícola, com solos antigos e desgastados baseados no granito, no arenito ou no xisto.

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A produção ainda é, majoritariamente, de uvas brancas (55%). As três castas viníferas mais plantadas são a Chenin Blanc  – da qual a África do Sul é a maior produtora mundial, embora a área plantada esteja em rápido declínio -, a Colombar (Colombard) – ambas mais utilizadas na produção de brande do que de vinho – e a Sultana (muito utilizada para passas e uvas de mesa). Para produção de vinhos finos, tem aumentado a área cultivada de Chardonnay (a quarta casta branca mais cultivada), Sauvignon Blanc e Riesling (chamada localmente de Cape Riesling, Rhine Riesling ou Weisser Riesling). No entanto, depois de muita experimentação, a África do Sul produz agora alguns dos melhores vinhos brancos de Chenin Blanc fora do Vale do Loire.

Cresce a todo momento a produção de uvas tintas, principalmente Cabernet Sauvignon, Shiraz (Syrah), Pinotage, Merlot, Cinsault, Ruby Cabernet, Cabernet Franc e Pinot Noir. Em apenas dois anos, de 1990 a 1992, a proporção das uvas tintas na área total de vinhedos cresceu de 15,5 para 39%.

A mais característica casta  vinífera plantada na África do Sul é a “Pinotage” , cruzamento obtido em 1925 por Abraham Izak Perold, professor de Viticultura da Universidade de Stellenbosch (AFS), tentando combinar o refinamento e a complexidade da Pinot Noir com a robustez da Cinsault, que era chamada na África do Sul de Hermitage.

Alguns vinhos que vale a pena degustar:

  1. Mullineux 2013 Straw Wine Chenin Blanc
  2. Klein Constantia 2007 Vin de Constance Muscat
  3. Warwick 2004 Estate Reserve Red
  4. Ernie Els 2003 Limited Release Red
  5. Louis Nel 2012 Cape Winemakers Guild Gonzo Cabernet Sauvignon
  6. De Toren 2009 Fusion V Red
  7. Klein Constantia 2005 Vin de Constance Muscat

Fontes:  Atlas Mundial do Vinho; Larousse do Vinho

BOBOTIE – ÁFRICA DO SUL

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Bobotie é um prato típico da culinária da África do Sul, mais especificamente da tradição dos malaios-do-cabo, composto por carne moída cozinhada e misturas de temperos doces e assada no forno com uma cobertura de ovos batidos com leite

Ingredientes:

1 fatia de pão velho

1 xícara de leite

2 colheres (sopa) de óleo vegetal

2 cebolas grandes picadas

2 dentes de alho picados

1 colher (sopa) de curry em pó

1 kg de carne de cordeiro moida

1/2 xícara de uvas-passas

4 pedaços de casca de limão

12 amêndoas sem casca, picadas

1/4 xícara de suco de limão

3 colheres (sopa) de chutney de manga

2 ovos

1 colher (sopa) de açúcar

1 colher (chá) de sal

½ colher (chá) de pimenta-do-reino em pó

1/2 colher (chá) de açafrão

Preparo:

  • Preaqueça o forno a 175 graus C. Unte uma forma refratária grande. Coloque o pão em um prato raso e despeje o leite por cima.
  • Aqueça o óleo numa frigideira em fogo médio-alto. Misture a cebola e o alho e cozinhe até que dourem, cerca de 5 minutos. Reduza o fogo para médio-baixo, e junte o curry. Cozinhe, mexendo por 2 minutos, em seguida, retire a frigideira do fogo e deixe esfriar.
  • Enquanto a cebola esfria, misture a carne, as passas, as cascas de limão, as amêndoas, o suco de limão, o chutney, e um ovo em uma tigela grande. Esprema o excesso de leite do pão e junte o pão à carne; reserve o leite restante. Tempere com açúcar, sal, pimenta e açafrão. Adicione a cebola e misture bem. Transfira para a forma untada.
  • Asse no forno preaquecido por 1 hora. Bata outro ovo com o leite restante e despeje uniformemente sobre a forma. Retorne ao forno, e continue a assar por mais uns 15-20 minutos.

 

 

NDEBELES – ÁFRICA DO SUL

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Povo Ndebele

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Ao pesquisar todos relatos histórico verificou-se que a história do povo de Ndebele pode ser rastreada até Mafana, seu primeiro chefe identificável. O sucessor de Mafana, Mhlanga, teve um filho chamado Musi que, no início dos anos 1600, decidiu mudar-se para longe de seus primos (que viria a se tornar a poderosa nação Zulu) e instalar-se nas colinas de Gauteng perto de onde a capital Pretória está situada.

Os Ndebele são conhecidos por seu vestido colorido e sua criatividade artística, que inclui figuras esculpidas, cerâmica, bordado de pérolas, companheiro de tecido, e sua célebre pintura de parede. Um exemplo notável é o Nguba, um “cobertor de casamento inspirado por seus antepassados, que é manufacturado sob a supervisão e instrução das mulheres mais velhas em seu grupo étnico.

Tradicionalmente, as mulheres trabalham a terra e são os principais decoradores e artistas, enquanto os adornos de metal são feitos pelos homens, como as pulseiras pesadas, tornozeleiras e anéis do pescoço que são usados pelas mulheres. Casas Ndebele são mais atraentes. As Mulher usam cores primárias brilhantes, tradicionalmente pintam as paredes com estruturas rectangulares. A expressão estética sob a forma de arte mural ganhou fama internacional para que a sociedade durante a última metade do século XX. Pintura mural (ukugwala) é feita por mulheres e suas filhas e implica a aplicação de tinta acrílica sobre o pátio e nas paredes exteriores e interiores das casas.

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Tintas eram fabricados e misturado a partir de material natural, como argila, celulose vegetal, cinza e esterco de vaca. Desde a década de 1950, os padrões de murais mostram influências urbanas e ocidentais claras. Os bens de consumo (por exemplo, lâminas de barbear), arquitectura urbana (por exemplo, frontões, postes de iluminação), e símbolos de transporte moderno (por exemplo, aviões, chapas de matrícula) foram usados como inspiração para mulheres artistas.

A arte e a cultura do Ndebele é único e bem característico na África do Sul. A arte desenvolvida dentro desta sociedade reflete o ambiente social e político em constante mudança.

Para conhecer um pouco mais a cultura Ndebele recomendo a Kghodwana Cultural Village

Fica ao norte 32km de Bronkhorstspruit, a cerca de uma hora de carro de Johannesburg ou Pretória.

Melhor época para visitar: Kghodwana Cultural Village está aberto de segunda a sexta das 8:00 – 16:00.

Para chegar as aldeias você vai precisar ir de carro, então é um passeio a pé. O que comer: Kghodwana Cultural Village irá fornecer uma refeição tradicional Ndebele se solicitado pelo menos três dias de antecedência.

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KRUGER NATIONAL PARK- ÁFRICA DO SUL

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O Parque Nacional Kruger é a maior área protegida de fauna da África do Sul, cobrindo cerca de 20 000 km2. Está localizado no nordeste do país, nas províncias de Mpumalanga e Limpopo e fazendo fronteira com os distritos moçambicanos de Moamba e Magude, na província de Maputo e Massingir e Chicualacuala na de Gaza. Tem uma extensão de cerca de 350 km de norte a sul e 60 km de leste a oeste.

O Parque Nacional Kruger faz parte da Reserva da Biosfera Kruger-Canyons

O seu nome foi dado em homenagem a Stephanus Johannes Paul Kruger, último presidente da República Sul-Africana bôere. Foi criado em 31 de maio de 1926.

O Parque Nacional Kruger de renome mundial oferece uma experiência de vida selvagem classificada como a melhor da África. Fundada em 1898 para proteger a vida selvagem Sul Africana, este parque nacional de quase 2 milhões de hectares, O Parque Nacional Kruger é incomparável na diversidade das suas formas de vida e um líder mundial em técnicas e políticas avançadas de gestão ambiental.

A Sanparks é a administradora dos Parques e Reservas Nacionais da África do Sul e no site poderá ser encontrado informações detalhadas para visita ao Parque. https://www.sanparks.org/parks/kruger/

Uma boa época para fazer o safári no Kruger National Park é entre junho e agosto, quando quase não chove. Com a vegetação menos exuberante e com a água mais escassa fica mais fácil ver os animais, já que eles se aglomeram próximos a rios e lagos. Nessa época faz frio – especialmente pela manhã e à noite – com os termômetros chegando quase a zero. Portanto, é imprescindível estar bem agasalhado. No verão, entre dezembro e fevereiro, faz muito calor e é nessa estação que se observa com mais facilidade os filhotes que nasceram na primavera.

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KOEKSUSTERS – ÁFRICA DO SUL

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Koeksusters (ou koeksisters) são os mais tradicionais doces da África do Sul. Sua história é tão antiga quanto à do país e sua origem é tão miscigenada quanto à colonização do território sul africano. O nome koeksuster tem origem nas palavras koekje, que é o diminutivo de bolo em holandês, e suster, que significa irmã em afrikaans, que é uma das línguas faladas na África do Sul, também baseada no holandês

Ingredientes

Cobertura:

1 kg de açúcar cristal

800 ml de água

30 ml de glucose de milho

15 ml de suco de limão

Massa:

600 g de farinha de trigo

30 ml de fermento em pó

50 g de manteiga

375 ml de leite

1 pitada de sal

Preparo:

Para a cobertura:

Dissolva o açúcar na água e deixe ferver por um minuto. Adicione a glucose e ferva por mais 10 minutos. Acrescente o suco de limão. Retire do fogo e  reserve no congelador por aproximadamente 12h.

Para a massa:

Peneire farinha, fermento e sal e misture com a manteiga até formar uma farofa grossa. Junte ao leite, amassando levemente. Cubra a massa com um filme plástico e leve à geladeira por duas horas. Retire a massa da geladeira e abra-a com o rolo de macarrão em uma superfície enfarinhada até ficar com 5 mm de espessura. Corte tiras de 1cm x 5 cm. Torça duas tiras delicadamente, e pressione as pontas para uni-las. Repita a operação até que a massa acabe, cubra tudo com um pano úmido e deixe repousar por 15 minutos.

Frite os biscoitos em óleo bem quente. Seque-os com papel absorvente e mergulhe-os na calda gelada.

 

AMARULA – ÁFRICA DO SUL

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A Amarula é de origem Sul Africana.

A amarula  é fabricada pelo grupo sul-africano Distell, na Amarula Lapa, em Phalaborwa, na província de Limpopo desde 1989. Não foi a primeira experiência da empresa. Desde 1983 a Distell já vinha fabricando um licor com alto teor alcoólico (37%), que deixou de existir com o nascimento do Amarula Cream, que concentra 17%. Eleito por três vezes consecutivas o melhor licor do mundo pela The International Wine & Spirit Competiton, o Amarula Cream é consumido em 150 países

Árvore nativa das savanas, a maruleira garante o sustento de populações e fornece ao mundo o licor de marula.

A maruleira é uma árvore com distinção de “sexo”. A espécie masculina floresce e a feminina carrega o fruto. Pequena, apresentando formato oval e de cor amarelo-claro, possui uma polpa rica em vitamina C. A polpa é a matéria-prima na produção do licor.

O processo de fabricação até o produto final leva dois anos. O primeiro passo é a seleção dos frutos. Depois, a marula é levada para os tanques de segregação, onde lâminas rotativas retiram a polpa que é bombeada para tanques de refrigeração de aço inoxidável. Ali, para evitar a fermentação, elas são mantidas a uma temperatura de 8º C. A polpa é transportada, a granel, por um caminhão-tanque para a adega da Distell. Lá, ela é transferida para tanques onde recebe uma cultura pura de levedura, para a fermentação. Nesse processo que dura entre sete e dez dias, o açúcar da fruta é convertido em álcool.

O resultado é um vinho claro, que é transferido para a destilaria, onde permanece em alambiques. Em seguida, o vinho é levado para alambiques de cobre tipo pote, para receber a adição de um suco destilado, extraído dos frutos sólidos e que garante o sabor característico da marula.

Feita a mistura, o produto é colocado em barris de carvalho, permanecendo ali por dois anos.

No final, a bebida recebe uma mistura de creme de leite fresco, resultando no licor aveludado.

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